sábado, junho 15, 2024

FEIPOL-CON e COBRAPOL vão à Cuiabá-MT apoiar Sindicalistas e cobrar Providências de autoridades do Estado quanto ao Plano Criminoso contra suas Vidas

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As agendas incluíram visita à Direção Geral, reunião on-line com o Ministério Público, realização de Entrevistas, sendo uma coletiva e outros encontros que visaram alertar poderes e sociedade sobre a grave ameaça sofrida por Edlesua Mesquita, conforme noticiado em nossas redes sociais e em toda imprensa no Estado do Mato Grosso. “Houve uma patente falta de ação por parte da Direção Geral da Polícia Judiciária, que por si só já é um absurdo, pois trata-se de uma servidora, líder da categoria, esposa e mãe e que corre grande risco à sua integridade física”, protestou Marcilene.

Após as prisões ocorridas no dia 12 de novembro a própria Edleusa passou a buscar informações sobre o caso e ir atrás de providências por parte das autoridades. Em seu levantamento descobriu que o plano de morte era direcionado tanto a ela quanto à sua coordenadora de campanha e também Policial Civil, Déborah Aguiar Castilho Cruz. O fato deveria ter sido prontamente apurado, mas houve leniência por parte da Instituição Policial.

Na reunião com o Ministério Público, com os Promotores Deusdete Cruz e Edilaine Mary, ficou assegurado uma apuração efetiva do caso e ficou ainda garantida a participação do Promotor Eleitoral para averiguar possível motivação política do caso.

Após atuação dos sindicalistas e a busca por informações por meio de ofício da FEIPOL-CON protocolado ainda na semana passada, a Direção Geral emitiu nota informando instauração de novo procedimento para a apuração do plano criminoso e seu possível mentor e em reunião com o Delegado Geral Adjunto, Delegado Gianmarco Capoani, ficou firmado compromisso com os representantes classistas que o ocorrido será exemplarmente investigado e terá toda a atenção que o caso requer. Presente na reunião, o Delegado Fernando Vasquez, Diretor de Atividades Especiais, declarou total empenho na resolução do caso. “Ficamos felizes dessa nova postura, pois em nossa compreensão, até o momento, a falta de atitude por mais de dez dias configurava, além de um desrespeito à uma colega policial, quase o cometimento do crime de prevaricação e por isso fizemos questão de vir até o Mato Grosso”, afirmou André Gutierrez, Presidente da COBRAPOL.

A imprensa cuiabana deu a merecida repercussão e buscou informar a sociedade com denso conteúdo que corroboram a natureza gravíssimas do fato criminoso que está sendo, agora, devidamente investigado. “Agradecemos a todos os meios de comunicação que repercutiram a ameaça a vida de Edileusa. Acreditamos que a soma de ações e esforços permitirá uma solução rápida dessa investigação e a descoberta de todas as pessoas envolvidas e que estas possam ser punidas e a vida e a paz de uma mãe e líder possam ser preservadas”, destacou Giancarlo Miranda, que também é Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Mato Grosso do Sul.

Em todos os compromissos estiveram presentes as policiais ameaçadas, Débora e Edleusa e ficou claro o clima de apreensão vivido e como suas famílias estão abaladas com tudo que estão vivendo. “Iremos continuar acompanhando o desenrolar das investigações e se necessário nos faremos presente novamente e, da próxima vez com um grupo maior, pois a comoção foi generalizada entre os policiais civis de todo o Brasil”, finalizou Marcilene.

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