sábado, junho 15, 2024

NOTA DE REPÚDIO – DELEGADOS ANTES PERSEGUIDOS TORNAM-SE PERSEGUIDORES POR SE POSICIONAREM CONTRA A ISÔNOMIA DE REAJUSTE ENTRE TODOS OS CARGOS DA POLÍCIA CIVIL

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A alegação do Corregedor, Delegado Wanderson Chaves, em sua Portaria, é que Dalberto é investigado por suposta infração de “insubordinação”, fato este que fora provocado após manifestação do referido Agente de Polícia nas redes sociais, onde este exerceu seu legítimo direito constitucional de opinião e expressão e cumpriu seu dever como representante de classe.

É lamentável que, o outrora vítima de perseguição, sob o mesmo tipo de acusação, quando coordenou uma fase da investigação da Operação Catarse, que apurou denúncias contra o então Govenador Mauro Carlesse, ainda em 2019, se valha agora de sua “caneta” para perseguir servidor e líder sindical no exercício de seus direitos legais.

Outro fato estranho e que gera ainda mais repugnância na categoria que representamos é a celeridade com que tal procedimento tramita no órgão correcional, que, desta forma, denota clara utilização da máquina administrava para a intimidação e perseguição de legítimos representantes sindicais, desvirtuando o nobre papel de uma Corregedoria, que deve atuar de forma isonômica, independente de cargos ocupados, mas não parece ser este o animus que tem movido as ações do Corregedor e do Secretário de Segurança Pública, ambos ocupante do cargo de delegado.

É delicado o momento que passa a Polícia Civil tocantinense, não por falta de entendimento e conflito de interesses entre seis cargos da Instituição e os delegados, mas pela vexatória e lamentável conduta de gestores que se arvoram em utilizar seus cargos de confiança, mas ainda, sim, cargos públicos, para a busca de conquista de vantagens salariais que devem ser discutidas no âmbito político e não administrativo, estando suas atitudes pondo em xeque os interesses da Instituição e da própria sociedade.

As entidades sindicais subscritoras desta nota jamais se calarão mediante atitudes tão mesquinhas e autoritárias, de quem quer que seja que patrocine o vilipêndio dos interesses de nossa Instituição, especialmente quando o foco é calar as vozes daqueles que, com coragem expressam suas opiniões contra atos de injustiça ou qualquer outro posicionamento que não lhes sejam vedados pelo texto constitucional e, da mesma forma defenderemos aqueles que com compromisso atuam na defesa dos interesses dos honrados homens e mulheres que compõem os quadros de nossa Polícia Civil.

Ademais, esforços destas entidades e de outras nacionais e, se necessário, internacionais irão concentrar-se contra injustiças e atitudes antidemocráticas, responsabilizando civil e criminalmente, quando couber, os envolvidos em crimes de abuso de autoridade o que, para nós, se consagra com a instauração da sindicância contra o líder sindical Dalberto Júnior e qualquer outro que seja perseguido pelo exercício de seus direitos legais e constitucionais.

Atitudes como esta só mostram o desrespeito da cúpula atual da SSP para com os seus integrantes, homens e mulheres de caráter, abnegação e responsabilidade com a segurança da sociedade tocantinense.

Palmas-TO, 26 de janeiro de 2022

Suzi Francisca Silva – SINPOL TO

Silvio Marinho Jaca – SINDIPERITO

Marco Augusto Albernaz – AGEPOL

Vladya Aline Souza – AEPTO

Leyza Machado Coelho – ASPOL

Elane Tomaz – AANETO

Naides César – ASPA

Priscilla Bittar – FEAPOL TO

Neuma Kelen Carneiro Silva – FEPOLNORTE

Marcilene Lucena – FEIPOL CON

Ubiratan Rebello – COBRAPOL

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